. E tuda estava dando certo.Derivei essa função e achei os pontos críticos, que são x=2 ou x=-2 e também
ou ![x=-2\sqrt[]{2} x=-2\sqrt[]{2}](/latexrender/pictures/19cf3cc91a175abf29a643f20739bf15.png)
Feito isso, eu derivei novamente essa função (no caso a segunda derivada) para verificar se os pontos críticos são pontos de máximo ou ponto de mínimo. E pelo que calculei, o x=2 é o ponto de máximo (segunda derivada é negativa) e também côncavo para baixo, e x=-2 é o ponto de mínimo (segunda derivada é positiva) e também côncavo para cima. Mas para
e
a segunda derivada não existe (joguei tudo pela calculadora pois é muito trabalho fazer tudo a mão), então não podemos afirmar nada se esses pontos são de máximo ou de mínimo. Mas eu sei que o x=0 é o ponto de inflexão, pois a segunda derivada é nula para esse ponto.OBS: deu muito trabalho para derivar essa função, pois é uma função polinominal junto com a raíz. Isso vira um jogo de regra da cadeia.
Feito isso eu esbocei o gráfico e ficou assim:
Mínimo local em x=-2 máximo local em x=2
Porém, o gabarito deu também que tem máximos e mínimos absolutos que é x=2 e x=-2 respectivamente, e máximo local em
e mínimo local em
, além de x=2 e x=-2 que achei. Eu não entendi o motivo da existência de extremos absolutos, transferi tudo para o software gráfico e esse gráfico ficou muito parecido com o meu, e o gabarito está dizendo que faltou alguma coisa. Alguém poderia me ajudar a verificar esse misterioso gráfico? Eu Agradeço se alguém puder
Abraço.

é contínua no intervalo fechado
(Este é o maior intervalo para o qual a função está definida) ,então pelo Teorema de Weierstrass está função possui um valor máximo absoluto e mínimo absoluto em
.
são levados em imagem complexas por
.
para
. Então quer dizer que os pontos críticos
contendo um dos extremos do intervalo
fosse ponto de máximo local de
de
contendo
, mas acontece que não existe esta vizinhança
de
não é mínimo local .
, avisa que eu resolvo.

