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Mensagempor Thulio_Parazi » Qui Abr 19, 2012 11:30

Em uma circunferência de equação x² + y² – 6x – 4y + 9 = 0,
está inscrito um quadrado cujos lados são paralelos aos eixos
cartesianos. A área desse quadrado vale :
Como faço pra achar os vértices do quadrado?
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Re: CEFET

Mensagempor fraol » Qui Abr 19, 2012 13:51

Vamos rearranjar a equação dada: x^2 + y^2 - 6x - 4y + 9 = 0

Assim:

x^2 - 6x + 9 + y^2  - 4y  + 4 - 4 = 0 ( Aqui + 4 - 4 foi usado para completar um quadrado perfeito em relação a y )

Usando os quadrados perfeitos em x e y, a expressão se torna:

(x - 3)^2 + (y - 2)^2  - 4 = 0 \iff (x - 3)^2 + (y - 2)^2 = 4 .

Nessa expressão vemos que o centro da circunferência é O=(3,2) e que o raio é igual a \sqrt{4} = 2 .

Como o raio é 2, então a diagonal do quadrado inscrito é igual 2.Raio = 2.2 = 4 .

Se você chamar de L o lado do quadrado inscrito, por Pitágoras você obterá que 2.L^2 = (Diagonal)^2 .

Então 2.L^2 = (4)^2 \iff 2L^2 = 16 \iff L^2 = 8 . Note que L^2 é a área do quadrado inscrito.

Captou?

.
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Re: CEFET

Mensagempor Thulio_Parazi » Qui Abr 19, 2012 14:57

CAPITEI,MAS AQUI COMO QUE FICARIA O DESENHO DO PROBLEMA.?
TEM COMO VOCÊ ME AJUDAR A FAZER?
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Re: CEFET

Mensagempor fraol » Qui Abr 19, 2012 23:38

Existem infinitos quadrados inscritos nessa circunferência.

Um deles pode ser desenhado a partir dos seguintes vértices:

1) Partindo do Centro O=(3,2), mantendo y=2 fixo, soma-se o raio=2 ao x=3 e você obtém o ponto A=(5,2).

2) Partindo do Centro O=(3,2), mantendo x=3 fixo, soma-se o raio=2 ao y=2 e você obtém o ponto B=(3,4).

3) Partindo do Centro O=(3,2), mantendo y=2 fixo, subtraindo-se o raio=2 do x=3 e você obtém o ponto C=(1,2).

4) Partindo do Centro O=(3,2), mantendo x=3 fixo, subtraindo-se o raio=2 do y=2 e você obtém o ponto D=(3,0).

O raciocínio usado acima é equivalente a desenhar quatro raios, a partir do centro, formando uma cruz. Ligando as pontas dessa cruz, você obtém um quadrado.

Para completar, se você quiser, basta por a ponta seca de um compasso no centro O, abrir a ponta do compasso até um dos vértices e traçar a circunferência.


.
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Assunto: Taxa de variação
Autor: felipe_ad - Ter Jun 29, 2010 19:44

Como resolvo uma questao desse tipo:

Uma usina de britagem produz pó de pedra, que ao ser depositado no solo, forma uma pilha cônica onde a altura é aproximadamente igual a 4/3 do raio da base.
(a) Determinar a razão de variação do volume em relação ao raio da base.
(b) Se o raio da base varia a uma taxa de 20 cm/s, qual a razão de variação do volume quando o raio mede 2 m?

A letra (a) consegui resolver e cheguei no resultado correto de \frac{4\pi{r}^{2}}{3}
Porem, nao consegui chegar a um resultado correto na letra (b). A resposta certa é 1,066\pi

Alguem me ajuda? Agradeço desde já.


Assunto: Taxa de variação
Autor: Elcioschin - Qua Jun 30, 2010 20:47

V = (1/3)*pi*r²*h ----> h = 4r/3

V = (1/3)*pi*r²*(4r/3) ----> V = (4*pi/9)*r³

Derivando:

dV/dr = (4*pi/9)*(3r²) -----> dV/dr = 4pi*r²/3

Para dr = 20 cm/s = 0,2 m/s e R = 2 m ----> dV/0,2 = (4*pi*2²)/3 ----> dV = (3,2/3)*pi ----> dV ~= 1,066*pi m³/s


Assunto: Taxa de variação
Autor: Guill - Ter Fev 21, 2012 21:17

Temos que o volume é dado por:

V = \frac{4\pi}{3}r^2


Temos, portanto, o volume em função do raio. Podemos diferenciar implicitamente ambos os lados da equação em função do tempo, para encontrar as derivadas em função do tempo:

\frac{dV}{dt} = \frac{8\pi.r}{3}.\frac{dr}{dt}


Sabendo que a taxa de variação do raio é 0,2 m/s e que queremos ataxa de variação do volume quando o raio for 2 m:

\frac{dV}{dt} = \frac{8\pi.2}{3}.\frac{2}{10}

\frac{dV}{dt} = \frac{16\pi}{15}