F(x) =
-> F'(x)= 1o 1 que esta no expoente desce multiplicando o x, e o x fica elevado a zero porque subtrai 1 do expoente e todo numero elevado a zero é igual a 1, logo 1x1 =1
mas quando temos uma constante a regra diz que é zero.
Onde esta o erro do meu modo de pensamento supondo que o x fosse uma constante como por exemplo 3, o resultado seria 0(zero) e nao 1(um)?!
Outra duvida: quando uma constante tem um um expoente maior que 1(um) por exemplo
, a derivada é zero ou resolvemos como se fosse uma incógnita?

; de modo que
e
, logo não constante . Prova-se via definição de derivada que
e também que
(k constante ) . Mas como gosto de contar objetos começando pelo zero , vou incluir o zero aos naturais , o que nos dá
. A derivada de
no ponto
é dada pelo limite
. (Se o limite existir f'(a) existe ; caso contrário não ) . Ora , em particular se
= constante , para todo x ) temos que
; logo
e assim
.(Note que este limite não é indeterminado , enquanto o
se aproxima de zero ; o numerador já vale zero há mt tempo ) . E outra ...
(eixo x) Como uma reta é tangente a si própria , logo o coeficiente da reta tangente ( derivada de f em algum ponto a ) vale o coeficiente angular desta reta que neste caso
.
![{(0,05)}^{-\frac{1}{2}}=\frac{10}{\sqrt[5]} {(0,05)}^{-\frac{1}{2}}=\frac{10}{\sqrt[5]}](/latexrender/pictures/19807748a214d3361336324f3e43ea9a.png)
![{(0,05)}^{-\frac{1}{2}}=\frac{10}{\sqrt[2]{5}} {(0,05)}^{-\frac{1}{2}}=\frac{10}{\sqrt[2]{5}}](/latexrender/pictures/3d7908e5b4e397bf635b6546063d9130.png)

, ou seja, 1 dividido por 20 é igual a 0.05 . Sendo assim, a função final é igual a vinte elevado à meio. ![{0,05}^{-\frac{1}{2}} = {\frac{1}{20}}^{-\frac{1}{2}} = {\frac{20}{1}}^{\frac{1}{2}} = \sqrt[2]{20} {0,05}^{-\frac{1}{2}} = {\frac{1}{20}}^{-\frac{1}{2}} = {\frac{20}{1}}^{\frac{1}{2}} = \sqrt[2]{20}](/latexrender/pictures/c0100c6f4d8bdbb7d54165e6be7aff04.png)
da seguinte forma:
.
da seguinte forma:
.