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[Geometria analítica] Duas retas concorrentes

[Geometria analítica] Duas retas concorrentes

Mensagempor fernandocez » Qua Mai 08, 2013 18:48

Companheiros venho mais uma vez solicitar a ajuda de vcs. A questão é a seguinte:

No plano cartesiano, a equação x² - 4xy - 5y² = 0 representa:
a) uma hipérbole
b) uma parábola
c) uma elipse
d) duas retas paralelas
e) duas retas concorrentes (resposta do gabarito)

Eu tentei ajuda nos livros de geometria analítica e nenhum exemplo parecido com a situação. Tentei desmenbrar em duas equações e não consegui.
Como faço para reconhecer que essa equação são duas retas concorrentes? Existe um método prático? Ou outro recurso? Agradeço quem puder ajudar.
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Re: [Geometria analítica] Duas retas concorrentes

Mensagempor e8group » Qua Mai 08, 2013 21:39

Se não me engano geralmente utilizamos mudança de coordenadas para eliminar o termo xy .Mas no caso em questão ,podemos fatorar tal equação .Veja :

x^2 -4xy -5y^2  = (x^2 -4xy -5y^2  ) + 0   =   (x^2 -4xy -5y^2  ) + -xy +xy  =   [x^2  +xy ] +  [-4xy -xy -5y^2]  =  x[x+y] -5y[x+y]  = [x+y][x-5y] = 0 \implies  \begin{cases} x+y = 0 \\ x -5y = 0 \end{cases} .

Tente observar se a interseção é diferente do vazio .Comente as dúvidas .
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Re: [Geometria analítica] Duas retas concorrentes

Mensagempor e8group » Qua Mai 08, 2013 22:08

Pensando bem a última implicação não é verdadeira .Como vimos (*) x^2-4xy-5y^2 = [x+y][x-5y] = 0 , portanto

x^2-4xy-5y^2 = 0 \implies  r: x+y = 0 ou s: x-5y = 0 .A equação(*) é a reunião das retas r e s (se é assim que podemos dizer ) .Para estudar a posição relativa entre as retas ,inicialmente podemos tomar a interseção entre elas ,isto é , resolver aquele sistema que já foi citado .Se s \cap r \neq \varnothing podemos concluir que r,s são concorrentes ou paralelas coincidentes . Teremos estes dois casos a estudar .
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Re: [Geometria analítica] Duas retas concorrentes

Mensagempor fernandocez » Sex Dez 20, 2013 09:54

Obrigado e feliz natal.
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Assunto: Taxa de variação
Autor: felipe_ad - Ter Jun 29, 2010 19:44

Como resolvo uma questao desse tipo:

Uma usina de britagem produz pó de pedra, que ao ser depositado no solo, forma uma pilha cônica onde a altura é aproximadamente igual a 4/3 do raio da base.
(a) Determinar a razão de variação do volume em relação ao raio da base.
(b) Se o raio da base varia a uma taxa de 20 cm/s, qual a razão de variação do volume quando o raio mede 2 m?

A letra (a) consegui resolver e cheguei no resultado correto de \frac{4\pi{r}^{2}}{3}
Porem, nao consegui chegar a um resultado correto na letra (b). A resposta certa é 1,066\pi

Alguem me ajuda? Agradeço desde já.


Assunto: Taxa de variação
Autor: Elcioschin - Qua Jun 30, 2010 20:47

V = (1/3)*pi*r²*h ----> h = 4r/3

V = (1/3)*pi*r²*(4r/3) ----> V = (4*pi/9)*r³

Derivando:

dV/dr = (4*pi/9)*(3r²) -----> dV/dr = 4pi*r²/3

Para dr = 20 cm/s = 0,2 m/s e R = 2 m ----> dV/0,2 = (4*pi*2²)/3 ----> dV = (3,2/3)*pi ----> dV ~= 1,066*pi m³/s


Assunto: Taxa de variação
Autor: Guill - Ter Fev 21, 2012 21:17

Temos que o volume é dado por:

V = \frac{4\pi}{3}r^2


Temos, portanto, o volume em função do raio. Podemos diferenciar implicitamente ambos os lados da equação em função do tempo, para encontrar as derivadas em função do tempo:

\frac{dV}{dt} = \frac{8\pi.r}{3}.\frac{dr}{dt}


Sabendo que a taxa de variação do raio é 0,2 m/s e que queremos ataxa de variação do volume quando o raio for 2 m:

\frac{dV}{dt} = \frac{8\pi.2}{3}.\frac{2}{10}

\frac{dV}{dt} = \frac{16\pi}{15}