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Derivada no ponto de descontinuidade - capacitor.

Derivada no ponto de descontinuidade - capacitor.

Mensagempor Sobreira » Dom Dez 08, 2013 14:27

Amigos,

Tenho a seguinte dúvida:

Há uma afirmação que no capacitor não pode haver variação brusca de tensão em seus terminais. Lendo no livro o autor justifica que isto não é possível pois haverá a necessidade de uma corrente infinita. Mas aí que não entendi:
Pelo meu entender isto parte do problema que a derivada estará no ponto de descontinuidade da função, ou seja, indefinido e nisto a corrente terá que ir a infinito para compensar.
Mas e quando não há variação de tensão ??? Quando o gráfico v/t é uma reta?? a derivada também será 0 e portanto precisaríamos de uma corrente infinita, ou seja, para uma tensão constante a corrente no capacitor seria infinito e não zero.
i=C\frac{dv}{dt}
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Re: Derivada no ponto de descontinuidade - capacitor.

Mensagempor young_jedi » Ter Dez 10, 2013 17:52

no primeiro caso, em que ha descontinuidade da função nos temos que a derivada tende para infinito

\frac{dv}{dt}\to \infty

no caso da reta a derivada é igual a zero portanto a corrente é igual a zero.
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Assunto: Exercicios de polinomios
Autor: shaft - Qua Jun 30, 2010 17:30

2x+5=\left(x+m\right)²-\left(x-n \right)²

Então, o exercicio pede para encontrar {m}^{3}-{n}^{3}.

Bom, tentei resolver a questão acima desenvolvendo as duas partes em ( )...Logo dps cheguei em um resultado q nao soube o q fazer mais.
Se vcs puderem ajudar !


Assunto: Exercicios de polinomios
Autor: Douglasm - Qua Jun 30, 2010 17:53

Bom, se desenvolvermos isso, encontramos:

2x+5 = 2x(m+n) + m^2-n^2

Para que os polinômios sejam iguais, seus respectivos coeficientes devem ser iguais (ax = bx ; ax² = bx², etc.):

2(m+n) = 2 \;\therefore\; m+n = 1

m^2-n^2 = 5 \;\therefore\; (m+n)(m-n) = 5 \;\therefore\; (m-n) = 5

Somando a primeira e a segunda equação:

2m = 6 \;\therefore\; m = 3 \;\mbox{consequentemente:}\; n=-2

Finalmente:

m^3 - n^3 = 27 + 8 = 35

Até a próxima.