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Função simples

Função simples

Mensagempor Pad » Ter Jul 10, 2012 20:30

Boa noite =)
Recentemente postei esta pergunta em um site :
" Sejam as funções reais f e g dadas por f(x) = ?x-2 e g(x) ?6-x / ³?x-3 . Sendo o conjunto A o domínio da função f e o conjunto B o domínio da função g, a soma dos valores inteiros do conjunto A ? B é igual a ... "
E obtive a seguinte resposta :

" Temos duas funções e queremos a soma dos valores inteiros do conjunto C, sendo que:

C = Domínio da função f(x) ? Domínio da função g(x)

Ou melhor:

C = A ? B

C será um conjunto com números reais, ou seja, C pode conter uma infinidade de números. Mas o exercício quer aqueles números reais que sejam inteiros.

Como o próprio exercício disse A é o domínio de f(x), ou seja, é o conjunto dos valores que x pode assumir para que f(x) exista no campo real:

f(x) = ?(x - 2)

?(x - 2) ? não pode ter radical negativo! (entraria no campo imaginário)

x - 2 ? 0
OBS.: Seu professor errou aqui, ele disse que x - 2 > 0, na verdade x = 2 é válido para essa função.

x ? 2

A = { x e IR / x ? 2 } ou melhor A = [2, + ?)

(seu professor fez esse primeiro porque ele quis, pronto)

Já B é o conjunto dos valores possíveis de x para que g(x) exista:

g(x) = ?(6 - x) / ³?(x - 3)

Primeiro fazemos o numerador (porque eu quero, não há um motivo específico):

6 - x ? 0
OBS.: Ele também errou aqui, seu professor acusou que 6 - x > 0, mas x = 6 também é válido! g(6) = 0 o que trata de um número real.

x ? 6

Agora o denominador

x - 3 ? 0

x ? 3

B = { x e IR / x ? 3 e x ? 6 } ou seja B = (- ? , 6] - {3}

A intersecção dos conjuntos [2, + ?) com ( (- ? , 6] - {3} ) gera o conjunto C:

C = [2 , 6] - {3}

Os inteiros de C são {2, 4, 5, 6} (seu professor obteve {4, 5} que é o resultado errado)

Resposta é: 2 + 4 + 5 + 6 = 17 "


Espero que não tenha ficado muito confuso.
O ponto em questão é que eu não entendi algumas ( muitas ) coisas da resolução feita.
Por exemplo, por que x - 2 ? 0 ?
Qual o critério usado para determinar que o x-3 é diferente de zero, ao contrário do 6 e do 2 ?
Desculpem a pergunta tola.
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Re: Função simples

Mensagempor Russman » Ter Jul 10, 2012 21:39

Veja que se x-2 assumir valores menores qe zero, isto é, negativos a função f não se define para os reais.

Suponha x=1. Assim, x-1 = 1-2 = -1. Agora a raíz quadrada de -1 não existe no conjunto Real. Logo a função f não se define para x=1. Assim, esse valor deve ser excluído de seu domínio assim como todos os outros tais que tornem x-2 negativo!
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Assunto: Taxa de variação
Autor: felipe_ad - Ter Jun 29, 2010 19:44

Como resolvo uma questao desse tipo:

Uma usina de britagem produz pó de pedra, que ao ser depositado no solo, forma uma pilha cônica onde a altura é aproximadamente igual a 4/3 do raio da base.
(a) Determinar a razão de variação do volume em relação ao raio da base.
(b) Se o raio da base varia a uma taxa de 20 cm/s, qual a razão de variação do volume quando o raio mede 2 m?

A letra (a) consegui resolver e cheguei no resultado correto de \frac{4\pi{r}^{2}}{3}
Porem, nao consegui chegar a um resultado correto na letra (b). A resposta certa é 1,066\pi

Alguem me ajuda? Agradeço desde já.


Assunto: Taxa de variação
Autor: Elcioschin - Qua Jun 30, 2010 20:47

V = (1/3)*pi*r²*h ----> h = 4r/3

V = (1/3)*pi*r²*(4r/3) ----> V = (4*pi/9)*r³

Derivando:

dV/dr = (4*pi/9)*(3r²) -----> dV/dr = 4pi*r²/3

Para dr = 20 cm/s = 0,2 m/s e R = 2 m ----> dV/0,2 = (4*pi*2²)/3 ----> dV = (3,2/3)*pi ----> dV ~= 1,066*pi m³/s


Assunto: Taxa de variação
Autor: Guill - Ter Fev 21, 2012 21:17

Temos que o volume é dado por:

V = \frac{4\pi}{3}r^2


Temos, portanto, o volume em função do raio. Podemos diferenciar implicitamente ambos os lados da equação em função do tempo, para encontrar as derivadas em função do tempo:

\frac{dV}{dt} = \frac{8\pi.r}{3}.\frac{dr}{dt}


Sabendo que a taxa de variação do raio é 0,2 m/s e que queremos ataxa de variação do volume quando o raio for 2 m:

\frac{dV}{dt} = \frac{8\pi.2}{3}.\frac{2}{10}

\frac{dV}{dt} = \frac{16\pi}{15}