por MateusDantas1 » Dom Mar 04, 2012 13:00
Para cada n inteiro positivo, os números de Lucas

são definidos por:

.
a. Prove que, para todo n maior ou igual a 0,

, onde

e

b. Prove que

é um número de Lucas, para cada n>0
c. Prove que

, para todo n maior ou igual a 0.
Não tenho ideia de como se faz isso se alguém puder me ajudar, obrigado.
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MateusDantas1
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por LuizAquino » Ter Mar 06, 2012 01:50
MateusDantas1 escreveu:Para cada n inteiro positivo, os números de Lucas L_n são definidos por:

,

,

.
a. Prove que, para todo n maior ou igual a 0,

, onde

e

b. Prove que

é um número de Lucas, para cada n>0
c. Prove que

, para todo n maior ou igual a 0.
MateusDantas1 escreveu:Não tenho ideia de como se faz isso
Primeiro, veja alguns números de Lucas:






E assim por diante.
MateusDantas1 escreveu:a. Prove que, para todo n maior ou igual a 0,

, onde

e

Façamos n = 0.
Pela definição, temos que

.
Além disso, temos que:

Sendo assim, temos que:

Ou seja, a relação é válida para n = 0.
Vamos supor que a relação é válida até n. Ou seja, vamos supor que:

Desejamos provar que ela será válida para n + 1. Isto é, desejamos provar que:

Vamos começar desenvolvendo

.
Usando a definição, temos que:

Usando a suposição de que a relação é válida até n, podemos dizer que:


![= \left(\dfrac{1+\sqrt{5}}{2}\right)^n\left[1 + \left(\dfrac{1+\sqrt{5}}{2}\right)^{-1}\right] + \left(\dfrac{1-\sqrt{5}}{2}\right)^n\left[1 + \left(\dfrac{1-\sqrt{5}}{2}\right)^{-1}\right] = \left(\dfrac{1+\sqrt{5}}{2}\right)^n\left[1 + \left(\dfrac{1+\sqrt{5}}{2}\right)^{-1}\right] + \left(\dfrac{1-\sqrt{5}}{2}\right)^n\left[1 + \left(\dfrac{1-\sqrt{5}}{2}\right)^{-1}\right]](/latexrender/pictures/8ede39b9901405f8fc3ee0d7dd2bb062.png)









Em resumo, obtemos que:

Sendo assim, provamos por indução que para todo n maior ou igual a zero é válido que

, onde

e

.
Agora tente fazer os outros quesitos.
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LuizAquino
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Assunto:
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Autor:
felipe_ad - Ter Jun 29, 2010 19:44
Como resolvo uma questao desse tipo:
Uma usina de britagem produz pó de pedra, que ao ser depositado no solo, forma uma pilha cônica onde a altura é aproximadamente igual a 4/3 do raio da base.
(a) Determinar a razão de variação do volume em relação ao raio da base.
(b) Se o raio da base varia a uma taxa de 20 cm/s, qual a razão de variação do volume quando o raio mede 2 m?
A letra (a) consegui resolver e cheguei no resultado correto de

Porem, nao consegui chegar a um resultado correto na letra (b). A resposta certa é
Alguem me ajuda? Agradeço desde já.
Assunto:
Taxa de variação
Autor:
Elcioschin - Qua Jun 30, 2010 20:47
V = (1/3)*pi*r²*h ----> h = 4r/3
V = (1/3)*pi*r²*(4r/3) ----> V = (4*pi/9)*r³
Derivando:
dV/dr = (4*pi/9)*(3r²) -----> dV/dr = 4pi*r²/3
Para dr = 20 cm/s = 0,2 m/s e R = 2 m ----> dV/0,2 = (4*pi*2²)/3 ----> dV = (3,2/3)*pi ----> dV ~= 1,066*pi m³/s
Assunto:
Taxa de variação
Autor:
Guill - Ter Fev 21, 2012 21:17
Temos que o volume é dado por:
Temos, portanto, o volume em função do raio. Podemos diferenciar implicitamente ambos os lados da equação em função do tempo, para encontrar as derivadas em função do tempo:
Sabendo que a taxa de variação do raio é 0,2 m/s e que queremos ataxa de variação do volume quando o raio for 2 m:

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