por Aliocha Karamazov » Qui Set 15, 2011 21:01
Caros, quero fazer esse exercício, mas não tive nenhuma ideia para iniciar. Gostaria de receber alguma dica para poder encaminhar minha resolução. O exercício é esse:
Mostre, usando o teorema do confronto, que, se

->0, então,

Conclua então que, se

->0, então

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por MarceloFantini » Sex Set 16, 2011 00:46
Note que podemos afirmar que

. Aplicando o teorema do confronto, o limite da esquerda vai para zero, o limite da direita vai para zero, e portanto o limite

.
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por Aliocha Karamazov » Sex Set 16, 2011 00:51
MarceloFantini escreveu:Note que podemos afirmar que

. Aplicando o teorema do confronto, o limite da esquerda vai para zero, o limite da direita vai para zero, e portanto o limite

.
Por que podemos afirmar que

?
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por MarceloFantini » Sex Set 16, 2011 01:04
Pois

é não decrescente, e o único intervalo onde isto poderia dar problema é

.
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por Aliocha Karamazov » Sex Set 16, 2011 01:42
Desculpe, Marcelo, mas será que você poderia detalhar um pouco mais seu raciocínio? Ainda não entendi por que

.
O que podemos afirmar sobre

é que essa sequência tende a zero, quando n tende ao infinito. Mas como isso implica que seu módulo é sempre maior que o módulo de

? Isso vem de alguma prova geométrica?
Tendo outra dúvida. Consegui provar de outra maneira:
Utilizando essa desigualdade, que pode ser demonstrada geometricamente:

Escrevendo em função de

:

Multiplicando tudo por

:

Mas,

E, pelo teorema do confronto, se

Agora que vem minha dúvida. Para essa demonstração, eu utilizei

(já tomando isso com verdadeiro). E, para mostrar que

(que é a outra parte do exercício), é preciso utilizar

->0

.
Ou seja, para demonstrar a propriedade A, usa-se a propriedade B; e, para demonstar B, usa-se A. Pode fazer isso? Supondo que B fosse falsa, se B implica A, como saber que A também não é falsa?
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por MarceloFantini » Sex Set 16, 2011 16:56
Esta é uma relação que vale para qualquer x real, em particular para a sequência que você está trabalhando. Não sei a demonstração.
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Cálculo: Limites, Derivadas e Integrais
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Assunto:
Taxa de variação
Autor:
felipe_ad - Ter Jun 29, 2010 19:44
Como resolvo uma questao desse tipo:
Uma usina de britagem produz pó de pedra, que ao ser depositado no solo, forma uma pilha cônica onde a altura é aproximadamente igual a 4/3 do raio da base.
(a) Determinar a razão de variação do volume em relação ao raio da base.
(b) Se o raio da base varia a uma taxa de 20 cm/s, qual a razão de variação do volume quando o raio mede 2 m?
A letra (a) consegui resolver e cheguei no resultado correto de

Porem, nao consegui chegar a um resultado correto na letra (b). A resposta certa é
Alguem me ajuda? Agradeço desde já.
Assunto:
Taxa de variação
Autor:
Elcioschin - Qua Jun 30, 2010 20:47
V = (1/3)*pi*r²*h ----> h = 4r/3
V = (1/3)*pi*r²*(4r/3) ----> V = (4*pi/9)*r³
Derivando:
dV/dr = (4*pi/9)*(3r²) -----> dV/dr = 4pi*r²/3
Para dr = 20 cm/s = 0,2 m/s e R = 2 m ----> dV/0,2 = (4*pi*2²)/3 ----> dV = (3,2/3)*pi ----> dV ~= 1,066*pi m³/s
Assunto:
Taxa de variação
Autor:
Guill - Ter Fev 21, 2012 21:17
Temos que o volume é dado por:
Temos, portanto, o volume em função do raio. Podemos diferenciar implicitamente ambos os lados da equação em função do tempo, para encontrar as derivadas em função do tempo:
Sabendo que a taxa de variação do raio é 0,2 m/s e que queremos ataxa de variação do volume quando o raio for 2 m:

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