-civil- escreveu:Boulos - 3ª ed. - Cap. 18
18-5) Obtenha, em cada caso, uma equação vetorial da reta que contém P, é paralela ou contida no plano

e é concorrente com a reta r.
b) P = (1,0,1);

: x - 3y - z = 1; r: X = (0,0,0) +

(2,1,-1)
Verifiquei que P não pertece a

e que r é paralelo a

. E agora, como encontrar o plano formado entre P e r?
No próprio livro citado, há a seguinte proposição:
r e s são concorrentes se e somente se são coplanares e não são paralelas. Ou seja, se e somente se:

,
e

é L. I., sendo que

vetor diretor de r,

vetor diretor de s,

um ponto de r e

um ponto de s.
Note que pelos dados do exercício você pode obter o vetor

, um ponto A de r e um ponto B de s. Fica faltando

.
Além disso, perceba que como r e s são concorrentes e paralelas ao plano

, podemos tomar

de tal modo que

, sendo

o vetor normal de

.
Unindo essa última informação com o determinante acima, você monta um sistema linear com três incógnitas (m, n e p) e duas equações. A partir disso você obtém

.
-civil- escreveu:d) P = (2,-1,2);

: x + y +z = 0; r é a intersecção dos planos

: x=z e

: z = y + 2
Verifiquei que P não pertence a

e também não pertence a r. Mas como prosseguir?
Note que r é perpendicular ao plano

. Para s ser paralela a

e concorrente a r, deve existir um ponto Q de r tal que

e

. Após determinar esse ponto Q, basta tomar o vetor diretor de s como sendo

.