por Marcos07 » Seg Jun 30, 2014 01:57
f(x,y) =arctg (y/x) no ponto p =(x,y), sendo x ? 0 ?
Até compreendo a noção de derivadas parciais, mas tenho extrema dificuldade em exemplos que envolvam arco-tangente (arctg).
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Marcos07 em Ter Jul 01, 2014 01:26, em um total de 1 vez.
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por e8group » Seg Jun 30, 2014 11:53
Primeiro vamos determinar a derivada de arctan .(As parciais são análoga ) .
Tome

, equivalentemente

.
Derivando-se com respeito a t , tem-se
![[tan( arctan(t))]' = tan'(arctan(t)) \cdot \phi'(t) = t' = 1 [tan( arctan(t))]' = tan'(arctan(t)) \cdot \phi'(t) = t' = 1](/latexrender/pictures/44e429ead90e1a579c47a69654e55565.png)
(no lado esquerdo vc derivada a função tangente e avalia ela em

) sse

sse
![[tan^2(arctan(t)) +1] \cdot phi'(t) = 1 [tan^2(arctan(t)) +1] \cdot phi'(t) = 1](/latexrender/pictures/55b4dd458d8f28e96b6a6ac1a512eece.png)
sse

sse

.
O raciocínio é análogo também p/ arcsin , arccos , ...., e todas funções as quais admite inversa .
Deixe

qualquer função real de uma variável . Agora derivamos pela regra da composta ,
![[\phi(g(t))]' = \phi'(g(t)) \cdot g'(t) = \frac{g'(t)}{1+[g(t)]^2} (*) [\phi(g(t))]' = \phi'(g(t)) \cdot g'(t) = \frac{g'(t)}{1+[g(t)]^2} (*)](/latexrender/pictures/5921beeb29fc2fe73238f0899abf8db9.png)
.
No caso de funções reais de duas variáveis ou mais , a regra acima é verdadeira , pois se

. Para cada

,fixamos

sobre todos índices distintos de i entre 1 e n e fazemos

variar-se .
Podemos definir uma função real

de uma variável a qual depende de x_i ( suponha que classe C^1 , diferenciável ) . Temos

. Logo , derivar-se parcialmente

com respeito à

corresponde a derivar via regra da cadeia a expressão

xom respeito à x_i . Portanto a fórmula (*) é válida .
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por Marcos07 » Seg Jun 30, 2014 15:03
Muito obrigado, fico extremamente grato! Me salvou. Explicação perfeita. Valeu!!!
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Assunto:
Taxa de variação
Autor:
felipe_ad - Ter Jun 29, 2010 19:44
Como resolvo uma questao desse tipo:
Uma usina de britagem produz pó de pedra, que ao ser depositado no solo, forma uma pilha cônica onde a altura é aproximadamente igual a 4/3 do raio da base.
(a) Determinar a razão de variação do volume em relação ao raio da base.
(b) Se o raio da base varia a uma taxa de 20 cm/s, qual a razão de variação do volume quando o raio mede 2 m?
A letra (a) consegui resolver e cheguei no resultado correto de

Porem, nao consegui chegar a um resultado correto na letra (b). A resposta certa é
Alguem me ajuda? Agradeço desde já.
Assunto:
Taxa de variação
Autor:
Elcioschin - Qua Jun 30, 2010 20:47
V = (1/3)*pi*r²*h ----> h = 4r/3
V = (1/3)*pi*r²*(4r/3) ----> V = (4*pi/9)*r³
Derivando:
dV/dr = (4*pi/9)*(3r²) -----> dV/dr = 4pi*r²/3
Para dr = 20 cm/s = 0,2 m/s e R = 2 m ----> dV/0,2 = (4*pi*2²)/3 ----> dV = (3,2/3)*pi ----> dV ~= 1,066*pi m³/s
Assunto:
Taxa de variação
Autor:
Guill - Ter Fev 21, 2012 21:17
Temos que o volume é dado por:
Temos, portanto, o volume em função do raio. Podemos diferenciar implicitamente ambos os lados da equação em função do tempo, para encontrar as derivadas em função do tempo:
Sabendo que a taxa de variação do raio é 0,2 m/s e que queremos ataxa de variação do volume quando o raio for 2 m:

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