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Limite(Prove)

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Mensagempor Man Utd » Ter Abr 30, 2013 21:53

Seja ƒ uma função definida num intervalo aberto Ie p ? I.Suponha que f(x)\leq f(p) para todo x ? I.Prove que \lim_{x\rightarrow p}\frac{f(x)-f(p)}{x-p}=0 desde que o limite exista.

(Sugestão: estude os sinais de \lim_{x\rightarrow p+}\frac{f(x)-f(p)}{x-p} e de\lim_{x\rightarrow p-}\frac{f(x)-f(p)}{x-p} )
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Re: Limite(Prove)

Mensagempor e8group » Qua Mai 01, 2013 00:38

Note que \forall x \in I ,   f(x) - f(p) \leq 0 .

Daí ,

\lim_{x\to p^- } \frac{ f(x) - f(p) }{x-p} \geq 0

e

\lim_{x\to p^+ } \frac{ f(x) - f(p) }{x-p} \leq 0

Para concluir observe que o limite existe quando os limites laterais existam e são iguais .
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Re: Limite(Prove)

Mensagempor Man Utd » Qua Mai 01, 2013 11:43

agora entendi,então eu provo que o limite não existe já que os limites laterais diferem.

Muito Obrigado Santhiago e um bom feriado. :)
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Re: Limite(Prove)

Mensagempor e8group » Qua Mai 01, 2013 13:39

Para ficar mais claro ,tomemos L_1 = \lim_{x\to p^+} \frac{f(x) - f(p)}{x-p} e L_2 = \lim_{x\to p^-} \frac{f(x) - f(p)}{x-p} . Como f(x) - f(p) \leq 0 para todo x em I e x-p > 0 (x-p < 0) quando x\to p^+ (x\to p^-) concluímos que L_1 \leq 0 e L_2 \geq 0 .Ou seja , L_1 \in (-\infty,0] e L_2 \in [0,+\infty) . Desde que o limite exista ,obrigatoriamente L_1 = L_2 .

Assim ,

L_1 = L_2 \implies L_1 \in (-\infty,0] \wedge L_1\in [0,+\infty) ,L_2 \in (-\infty,0] \wedge L_2\in [0,+\infty)  \iff  L_1 \in (-\infty,0]\cap [0,+\infty) = \{0\} , L_2 \in (-\infty,0]\cap [0,+\infty) = \{0\} .

Ou seja ,

L_1 = L_2 \implies    L_1, L_2   \in \{0\} .

Daí ,

L_1 = L_2 = 0 .

E portanto ,para que o limite exista, há uma única possibilidade ,ele ser igual a zero .

Obrigado ,bom feriado também .
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Assunto: Taxa de variação
Autor: felipe_ad - Ter Jun 29, 2010 19:44

Como resolvo uma questao desse tipo:

Uma usina de britagem produz pó de pedra, que ao ser depositado no solo, forma uma pilha cônica onde a altura é aproximadamente igual a 4/3 do raio da base.
(a) Determinar a razão de variação do volume em relação ao raio da base.
(b) Se o raio da base varia a uma taxa de 20 cm/s, qual a razão de variação do volume quando o raio mede 2 m?

A letra (a) consegui resolver e cheguei no resultado correto de \frac{4\pi{r}^{2}}{3}
Porem, nao consegui chegar a um resultado correto na letra (b). A resposta certa é 1,066\pi

Alguem me ajuda? Agradeço desde já.


Assunto: Taxa de variação
Autor: Elcioschin - Qua Jun 30, 2010 20:47

V = (1/3)*pi*r²*h ----> h = 4r/3

V = (1/3)*pi*r²*(4r/3) ----> V = (4*pi/9)*r³

Derivando:

dV/dr = (4*pi/9)*(3r²) -----> dV/dr = 4pi*r²/3

Para dr = 20 cm/s = 0,2 m/s e R = 2 m ----> dV/0,2 = (4*pi*2²)/3 ----> dV = (3,2/3)*pi ----> dV ~= 1,066*pi m³/s


Assunto: Taxa de variação
Autor: Guill - Ter Fev 21, 2012 21:17

Temos que o volume é dado por:

V = \frac{4\pi}{3}r^2


Temos, portanto, o volume em função do raio. Podemos diferenciar implicitamente ambos os lados da equação em função do tempo, para encontrar as derivadas em função do tempo:

\frac{dV}{dt} = \frac{8\pi.r}{3}.\frac{dr}{dt}


Sabendo que a taxa de variação do raio é 0,2 m/s e que queremos ataxa de variação do volume quando o raio for 2 m:

\frac{dV}{dt} = \frac{8\pi.2}{3}.\frac{2}{10}

\frac{dV}{dt} = \frac{16\pi}{15}