Sei que para provar que um certo limite de duas variáveis não existe, basta tomar o limite dessa função através de dois caminhos distintos, ou seja, de duas curvas, de forma que esses limites sejam diferentes. Prova-se assim, que não existe limite naquele ponto (xo,yo) para o qual tende o limite, isso é, xo,yo é um ponto de descontinuidade da superfície..
Eu resolvi vários exercícios sobre aqui, e todos eu conseguia resolver de forma trivial, tomando curvas como
g:(0,t)
g:(t,t)
g:(0,t²)
g:(t, at)
enfim, coisas 'fáceis' de ir testando..
Porém, como fazer para "descobrir uma curva" para usar nesse 'teste', quando ela precisa ser um pouco mais elaborada?
exemplo:
o professor resolveu este assim:

tome a curva c1(t) = (t,0)
(esse limite converge para zero)tome agora a curva c2(t) =
![(\sqrt[2]{t²+t^4} , t) (\sqrt[2]{t²+t^4} , t)](/latexrender/pictures/4f9406e6f9d831a1288c02e815f4117a.png)
(esse limite diverge)como conseguimos valores diferentes para a função quando x,y se aprovima de (0,0) por diferentes caminhos, o limite não existe.
Como ele chegou nessa curva c2? Qual motivação ele teve de testar justamente ela? Existe algum método prático para isso? Algum macete?
Valeu pessoal.

em um sistema de coordenadas cartesianas xOy. Determine o número complexo b , de módulo igual a 1 , cujo afixo M pertence ao quarto quadrante e é tal que o ângulo LÔM é reto.
o ângulo entre o eixo horizontal e o afixo
. O triângulo é retângulo com catetos
e
, tal que
. Seja
o ângulo complementar. Então
. Como
, o ângulo que o afixo
formará com a horizontal será
, então
. Como módulo é um:
.
.