por MrJuniorFerr » Sáb Out 13, 2012 18:11
Estou com dúvida no seguinte exercício:
Escreva uma equação do plano paralelo ao eixo z e que contém os pontos A(2,0,0) e B(0,3,2) Gabarito:

Resolvi da seguinte forma:
Como o plano é paralelo ao eixo z, sabe-se que o vetor

é pertencente ao plano, mas no meu ponto de vista, este (0,0,1) também é um ponto pertencente ao plano, então usei C(0,0,1). Portanto agora tenho 3 pontos pertencentes ao plano.
Fazendo

e

, encontro 2 vetores coplanares e não colineares. Portanto,

X

Após fazer o produto escalar dos 2 vetores, obtive que

Fazendo

, encontro

Enfim, substituindo, a equação geral do plano que encontrei foi

.
Alguém sabe me explicar o por quê do meu resultado estar diferente do gabarito e se a minha resolução está certa?
Obrigado
Edit:
Aproveitando o tópico, qual a diferença quando um plano é definido pelo eixo z ou o plano é paralelo ao eixo z?
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MrJuniorFerr
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por young_jedi » Sáb Out 13, 2012 20:48
o ponto C(0,0,1) não é pertencente o plano, voce tem que o vetor v=(0,0,1) é paralelo ao plano portanto os dois vetore que voce tem para achar a equação do plano são

e

fazendo o produto vetorial entre os dois voce encontra um vetor normal ao plano e com isso consegue determinar o plano
Um plano definido pelo exio z, é um plano que contem o exio z ou seja, qualquer ponto do tipo (0,0,z) pertence ao plano
ja um ponto paralelo ao eixo isso não ocorre, oque ocorre é que qualquer vetor do tipo (0,0,z) é paralelo ao plano, mais os pontos do tipo (0,0,z), não peretence ao plano.
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por MarceloFantini » Sáb Out 13, 2012 20:50
Seu resultado está diferente do gabarito porque está errado. Um plano ser paralelo ao eixo

significa que o vetor normal ao plano é ortogonal ao vetor diretor do eixo. Logo o vetor normal do plano será da forma

e a equação geral do plano

.
Substituindo os pontos temos

e

. O que o gabarito fez foi simplesmente facilitar a vida e tomar

, de onde segue que

e

, tornando a equação do plano

.
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Assunto:
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Autor:
felipe_ad - Ter Jun 29, 2010 19:44
Como resolvo uma questao desse tipo:
Uma usina de britagem produz pó de pedra, que ao ser depositado no solo, forma uma pilha cônica onde a altura é aproximadamente igual a 4/3 do raio da base.
(a) Determinar a razão de variação do volume em relação ao raio da base.
(b) Se o raio da base varia a uma taxa de 20 cm/s, qual a razão de variação do volume quando o raio mede 2 m?
A letra (a) consegui resolver e cheguei no resultado correto de

Porem, nao consegui chegar a um resultado correto na letra (b). A resposta certa é
Alguem me ajuda? Agradeço desde já.
Assunto:
Taxa de variação
Autor:
Elcioschin - Qua Jun 30, 2010 20:47
V = (1/3)*pi*r²*h ----> h = 4r/3
V = (1/3)*pi*r²*(4r/3) ----> V = (4*pi/9)*r³
Derivando:
dV/dr = (4*pi/9)*(3r²) -----> dV/dr = 4pi*r²/3
Para dr = 20 cm/s = 0,2 m/s e R = 2 m ----> dV/0,2 = (4*pi*2²)/3 ----> dV = (3,2/3)*pi ----> dV ~= 1,066*pi m³/s
Assunto:
Taxa de variação
Autor:
Guill - Ter Fev 21, 2012 21:17
Temos que o volume é dado por:
Temos, portanto, o volume em função do raio. Podemos diferenciar implicitamente ambos os lados da equação em função do tempo, para encontrar as derivadas em função do tempo:
Sabendo que a taxa de variação do raio é 0,2 m/s e que queremos ataxa de variação do volume quando o raio for 2 m:

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