• Anúncio Global
    Respostas
    Exibições
    Última mensagem

PROVAR POR ABSURDO!!!!

PROVAR POR ABSURDO!!!!

Mensagempor Rose » Sex Set 26, 2008 19:21

olà!!!


Aguém consegue provar por absurdo o teorema abaixo. Eu....não consigo!!!

"Para cada reta r, existe um ponto P não incidente à reta."
Rose
Usuário Ativo
Usuário Ativo
 
Mensagens: 22
Registrado em: Qui Mai 15, 2008 14:13
Área/Curso: Estudante
Andamento: cursando

LOGICA-AJUDA urgente!!!

Mensagempor Rose » Ter Set 30, 2008 15:26

Olá!!

Estou precisando da ajuda de vocês, para me orientarem ou terminarem o que já fiz. Alguém que domine bem a lógica pode me ajudar^.
Vejam o que eu consegui fazer:

Ficha de demonstração



Teorema 6: Para cada reta r, existe um ponto P não incidente ã r.

Hipótese: r é uma reta

Tese: Existe um ponto P não incidente a r.

Demonstração

Afirmação Justificativa

1. Seja r uma reta 1. Hipótese

2. Não existe um ponto P não 2. Regra de lógica 3

Incidente a r.

3. Sejam P e Q, pontos distintos e 3. Linha 1, axioma 3

Incidentes a r.

4. Existe uma reta s distinta de r 4. Teorema 4

Passando por P.

5. Seja U um ponto distinto de P 5. Axioma 2

E incidente a r.

6. Logo U também incide a r 6. Linha 2

7. r =s 7. Axioma 1,

8. r e s são distintos 8.





O problema que descrevi acima consiste em provar por Absurdo o seguinte teorema: Para cada reta r, existe um ponto P não incidente â r.
Rose
Usuário Ativo
Usuário Ativo
 
Mensagens: 22
Registrado em: Qui Mai 15, 2008 14:13
Área/Curso: Estudante
Andamento: cursando

Re: PROVAR POR ABSURDO!!!!

Mensagempor admin » Ter Set 30, 2008 17:56

Olá Rose, boa tarde!
Seus tópicos foram unidos. Você poderia enviar o complemento no tópico original.


Em primeiro lugar devo esclarecer que não considero "dominar" qualquer área da matemática.
Sobre a afirmação, em alguns casos ela é até mesmo tratada como axioma (não necessitando de prova) e não como teorema.

Como você fez em uma das etapas, supondo que (1) não existe um ponto P não incidente à r, se chegarmos a qualquer absurdo, logo não valerá (1), portanto:
existe um ponto P não incidente à r.

Também convém sempre saber com quais axiomas podemos lidar.
Sobre o "qualquer absurdo" comentado, você pode pensar assim: se não existe um ponto P não incidente à r, todos os pontos são incidentes à r, ou seja, há apenas r no espaço, por exemplo, não há planos ou outras retas distintas.

Sobre o desenvolvimento que você fez, repare que de imediato outros teoremas/axiomas (neste caso, 4) se tornam absurdos mediante a afirmação 2.

Bons estudos!
Fábio Sousa
Equipe AjudaMatemática.com
| bibliografia | informações gerais | arquivo de dúvidas | desafios

"O tolo pensa que é sábio, mas o homem sábio sabe que ele próprio é um tolo."
William Shakespeare
Avatar do usuário
admin
Colaborador Administrador - Professor
Colaborador Administrador - Professor
 
Mensagens: 886
Registrado em: Qui Jul 19, 2007 10:58
Formação Escolar: GRADUAÇÃO
Área/Curso: Licenciatura em Matemática IME-USP
Andamento: formado


Voltar para Geometria Plana

 



  • Tópicos relacionados
    Respostas
    Exibições
    Última mensagem

Quem está online

Usuários navegando neste fórum: Nenhum usuário registrado e 32 visitantes

 



Assunto: Taxa de variação
Autor: felipe_ad - Ter Jun 29, 2010 19:44

Como resolvo uma questao desse tipo:

Uma usina de britagem produz pó de pedra, que ao ser depositado no solo, forma uma pilha cônica onde a altura é aproximadamente igual a 4/3 do raio da base.
(a) Determinar a razão de variação do volume em relação ao raio da base.
(b) Se o raio da base varia a uma taxa de 20 cm/s, qual a razão de variação do volume quando o raio mede 2 m?

A letra (a) consegui resolver e cheguei no resultado correto de \frac{4\pi{r}^{2}}{3}
Porem, nao consegui chegar a um resultado correto na letra (b). A resposta certa é 1,066\pi

Alguem me ajuda? Agradeço desde já.


Assunto: Taxa de variação
Autor: Elcioschin - Qua Jun 30, 2010 20:47

V = (1/3)*pi*r²*h ----> h = 4r/3

V = (1/3)*pi*r²*(4r/3) ----> V = (4*pi/9)*r³

Derivando:

dV/dr = (4*pi/9)*(3r²) -----> dV/dr = 4pi*r²/3

Para dr = 20 cm/s = 0,2 m/s e R = 2 m ----> dV/0,2 = (4*pi*2²)/3 ----> dV = (3,2/3)*pi ----> dV ~= 1,066*pi m³/s


Assunto: Taxa de variação
Autor: Guill - Ter Fev 21, 2012 21:17

Temos que o volume é dado por:

V = \frac{4\pi}{3}r^2


Temos, portanto, o volume em função do raio. Podemos diferenciar implicitamente ambos os lados da equação em função do tempo, para encontrar as derivadas em função do tempo:

\frac{dV}{dt} = \frac{8\pi.r}{3}.\frac{dr}{dt}


Sabendo que a taxa de variação do raio é 0,2 m/s e que queremos ataxa de variação do volume quando o raio for 2 m:

\frac{dV}{dt} = \frac{8\pi.2}{3}.\frac{2}{10}

\frac{dV}{dt} = \frac{16\pi}{15}