Estou tentando resolver este limite por L'Hospital mas nunca consigo eliminar a indeterminação...alguma idéia ???

Se eu derivar seguidas vezes ainda não consigo eliminar a indeterminação




e que
para qualquer natural
. Além disso note que
.Tem alguma informação sobre o número
? Se ele for menor que
segue que
,caso contrário teremos
. Para concluir basta responder o que acontece com a função exponencial de base positiva e menor que 1 e com a de base maior que 1 lá no infinito .




. Temos que
.
e
[/tex] as derivadas nos dá respectivamente ,
e
assuma a princípio que
trataremos deste caso depois .Neste caso , teremos
e
já que você considerou
(ou seja ,
)
e segundo
.
e
e assim quando
,
e
, quando
teremos também
,renovando os limites de integração , a nova integral se escreve
ou ainda
.
real a qual depende da variável
que pertence
. (Isto se a integral convergir )
,então
e
e assim , quando
teremos que
e
e como já vimos acima quando t =0 , v=u= 0 . Podemos usar a mesma expressão (*) apenas trocando os limites de integração e teremos outra função
real dependendo da variável
a qual pertence
, dada por
.
.
e esta integral não converge .
dada por
.



e não como eu tinha considerado . Neste caso é até mais fácil . Basta ver que
e portanto o integrando se escreve
.
no post acima , e considerar a outra multiplicado por
.
,
e
,
.


será maior que 1 . Por quê a integral
não converge (1>s>0) , já a outra
(s>1) converge . Você mesmo notou isto na sua solução pelo que vi . É isso .
Voltar para Cálculo: Limites, Derivadas e Integrais
Usuários navegando neste fórum: Nenhum usuário registrado e 2 visitantes
