onde |t|< 1 então
:a) 1;
b)
;c)
;d) 1 - t;
e)
.
onde |t|< 1 então
:
;
;
.





, bastar ver no gráfico da função exponencial quando a base é entre 0 e 1 a função tende a zero quando x tende a mais infinito.
. Quando
, o estudo em interesse é sobre série geométrica . Dada qualquer P.G. , sempre é possível escrever a soma dos
primeiros termos em função do termo de índice
e a dedução da mesma não é tão complicada assim . Para inicio de conversar , fixa
qualquer com
. Agora , defina a sequência geométrica
(aq incluindo o zero) com
e
(Aq ganhamos recursividade) ou se você preferir , (o que é ideal p/ soma dos termos )
. A soma dos
primeiros termos se dá por
.
em comum ; deixando este numero em evidência , segue
.
primeiros termos da P.G. , ou seja ,
. Mas ,
o que implica que
. Logo ,
.
temos 
temos que
, podemos então dividir ambos membros por
e obter a fórmula
.
pelo limite
.
então
. Por mais que seja grande
(para n suficiente grande )
; logo
.
) (pq ??) .
sempre que
.
com
temos
e
.Como
por definição então o limite de
é ...
a soma dos termos de uma P.G . correspondente .
e
. Sendo assim
fica igual a:
para |t|< 1, com
=
e
=
.
e
são iguais ao somatório da P.G. Logo,
e
; substituindo os primeiros termos dos dois somatórios e a razão, temos:
e
, para
com primeiro termo
e para
com primeiro termo igual a t e com razão igual a
.
, isso implica que:

=
=
, como |t|<1
<1, como
, conclui-se que:
. Está correto?
n=1,2,3... ; não pode ter
e
. Note que a cada
natural associamos um
e
é único quando
é a soma n primeiros termos de uma P.G ou (n+1 primeiros termos caso o °1° termo é de índice 0 ) . Mas em geral não pode se afirma que é único .

Voltar para Cálculo: Limites, Derivadas e Integrais
Usuários navegando neste fórum: Nenhum usuário registrado e 8 visitantes