• Anúncio Global
    Respostas
    Exibições
    Última mensagem

Outros sistemas de coordendas

Outros sistemas de coordendas

Mensagempor Jhenrique » Sex Dez 28, 2012 04:07

Saudações caros estudantes!

Quando a gente plota a função f(x)=\frac{1}{x} fica óbvio que para x=0 a função não é definida, pois quando x tende a 0 pela esquerda f(x) tende -?, ao passo que, pela dirieta, f(x) tende a +?. Enfim, dizemos que a função não é contínua em zero! No entanto, eu comecei a observar que tal função poderia ser contínua em zero sim, comecei a observar que ela poderia se conectar nos extremos, mas isto seria impossível de ocorrer no plano cartesiano, pois é baseado em duas retas ortogonais. Então eu idealizei uma superfície coordenada, onde os infinitos se conectam e os zeros também, formando pólos, ficando compreendido o infinito dentro de um certo intervalo assim como compreendemos o infinitesimal entre 1 e 0 *.

1.PNG

Então os eixos não são mais retas e sim curvas, mas ainda sendo elementos unidimensionais:
3.PNG

E eu pensei numa forma de ratificar essa superfície esférica também, tomando o raio da esfera em função dos dois ângulos que ela possui, isso gera uma superfície quadrada: o plano onde podemos identificar os eixos x e y como retas, assim:
2.PNG


Então neste tópico eu propus duas possíveis alternativas: uma "esfera cartesiana" para análises de gráficos e uma relação entre superfícies esféricas e superfícies planas, que nada mais é o fruto do raio em função dos ângulos.

* Penso que não há nada de mais em querer comprimir o infinito dentro de um intervalo visível, não é isso que fazemos quando plotamos \frac{1}{sen(x)} ? O espaço vazio que fica entre 0 e 1 desta função não é o mesmo espaço vazio que fica entre 1 e ? da função sen(x) ? Em vez de invertermos multiplicativamente o eixo y invertemos multiplicativamente a função, não é verdade? (estas não são perguntas retóricas, são dúvidas mesmo)

E então, pergunto aos matemáticos mais experientes do fórum, isso é relevante pra vocês? Por que sim? Por que não?

Grato!

Jhenrique
"A solução errada para o problema certo é anos-luz melhor do que a solução certa para o problema errado." - Russell Ackoff
Jhenrique
Colaborador Voluntário
Colaborador Voluntário
 
Mensagens: 180
Registrado em: Dom Mai 15, 2011 22:37
Formação Escolar: ENSINO MÉDIO
Área/Curso: Técnico em Mecânica
Andamento: formado

Re: Outros sistemas de coordendas

Mensagempor Jhenrique » Seg Dez 31, 2012 23:19

Nem uma opiniãozinha???
"A solução errada para o problema certo é anos-luz melhor do que a solução certa para o problema errado." - Russell Ackoff
Jhenrique
Colaborador Voluntário
Colaborador Voluntário
 
Mensagens: 180
Registrado em: Dom Mai 15, 2011 22:37
Formação Escolar: ENSINO MÉDIO
Área/Curso: Técnico em Mecânica
Andamento: formado


Voltar para Geometria Analítica

 



  • Tópicos relacionados
    Respostas
    Exibições
    Última mensagem

Quem está online

Usuários navegando neste fórum: Nenhum usuário registrado e 1 visitante

 



Assunto: Taxa de variação
Autor: felipe_ad - Ter Jun 29, 2010 19:44

Como resolvo uma questao desse tipo:

Uma usina de britagem produz pó de pedra, que ao ser depositado no solo, forma uma pilha cônica onde a altura é aproximadamente igual a 4/3 do raio da base.
(a) Determinar a razão de variação do volume em relação ao raio da base.
(b) Se o raio da base varia a uma taxa de 20 cm/s, qual a razão de variação do volume quando o raio mede 2 m?

A letra (a) consegui resolver e cheguei no resultado correto de \frac{4\pi{r}^{2}}{3}
Porem, nao consegui chegar a um resultado correto na letra (b). A resposta certa é 1,066\pi

Alguem me ajuda? Agradeço desde já.


Assunto: Taxa de variação
Autor: Elcioschin - Qua Jun 30, 2010 20:47

V = (1/3)*pi*r²*h ----> h = 4r/3

V = (1/3)*pi*r²*(4r/3) ----> V = (4*pi/9)*r³

Derivando:

dV/dr = (4*pi/9)*(3r²) -----> dV/dr = 4pi*r²/3

Para dr = 20 cm/s = 0,2 m/s e R = 2 m ----> dV/0,2 = (4*pi*2²)/3 ----> dV = (3,2/3)*pi ----> dV ~= 1,066*pi m³/s


Assunto: Taxa de variação
Autor: Guill - Ter Fev 21, 2012 21:17

Temos que o volume é dado por:

V = \frac{4\pi}{3}r^2


Temos, portanto, o volume em função do raio. Podemos diferenciar implicitamente ambos os lados da equação em função do tempo, para encontrar as derivadas em função do tempo:

\frac{dV}{dt} = \frac{8\pi.r}{3}.\frac{dr}{dt}


Sabendo que a taxa de variação do raio é 0,2 m/s e que queremos ataxa de variação do volume quando o raio for 2 m:

\frac{dV}{dt} = \frac{8\pi.2}{3}.\frac{2}{10}

\frac{dV}{dt} = \frac{16\pi}{15}