por danielleecb » Qui Jun 07, 2012 21:08
Coloquei na seção urgente porque o vestibular é no domingo e não verei meu professor até lá :|
A questão é a seguinte: Sabendo-se que os pontos P e Q pertencem a reta x=3 e estão a uma distância d =3
![\sqrt[]{2} \sqrt[]{2}](/latexrender/pictures/f21662d1cabab6e8b273a4b6f1cd663a.png)
u.c. da reta y= x +1, pode-se concluir que o segmento PQ mede, em u.c.:
a) 15
b) 12
c) 9
d)6
e)5
Eu tentei fazer pela fórmula de distancia de ponto a reta, e achei -XP+YP-1 =0 . Depois disso, empaquei. Não faço a mínima ideia pra onde isso vai... ele não me deu as coordenadas de nada. Sem falar que não entrou na minha cabeça como a distancia entre dois pontos de uma reta constante e um ponto de uma reta inclinada podem ser iguais... é isso. Sou péssima em analítica, tenho várias dúvidas nesse assunto e não queria perder uma questão assim se aparecer na prova. Se alguma boa alma puder me explicar, agradecerei eternamente

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por MarceloFantini » Qui Jun 07, 2012 23:46
Se os pontos P e Q estão na reta

, então

e

. Esta reta se encontra com a reta

no ponto

. Podemos assumir que P está acima da reta

e Q está abaixo, portanto

e

.
Isto não é intuição divina, tanto faz a ordem dos pontos. O ponto Q poderia estar acima e o ponto P abaixo, foi uma questão de escolha.
Vamos procurar uma intuição geométrica sobre essa situação, e para isso procure desenhar o que eu disser. Faça os eixos cartesianos e desenhe as retas

e

. Desenhe os pontos P e Q na segunda reta; trace dois segmentos perpendiculares à primeira, um começando em P e outro em Q. Como modelar isso matematicamente? Resposta:
uma circunferência tangente. O raio foi dado: a distância é de

. Vamos escolher um dos pontos, por exemplo Q, e trabalhar com isso.
A equação da circunferência com centro em Q e raio

tem equação

.
Fazendo a interseção com a reta

, vamos isolar x em função de y pois é o que queremos, daí


.
Neste ponto é importante relembrar nossa observação acima:
as circunferências são tangentes, isto significa apenas um ponto em comum. Numa equação de segundo grau, apenas uma raíz real distinta. Encontrando o discriminante e igualando à zero, segue

.
Transformando numa soma de quadrados,

e finalmente

.
Os pontos que queremos são

e

. O segmento PQ é apenas a distância entre as ordenadas, daí

.
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Assunto:
Taxa de variação
Autor:
felipe_ad - Ter Jun 29, 2010 19:44
Como resolvo uma questao desse tipo:
Uma usina de britagem produz pó de pedra, que ao ser depositado no solo, forma uma pilha cônica onde a altura é aproximadamente igual a 4/3 do raio da base.
(a) Determinar a razão de variação do volume em relação ao raio da base.
(b) Se o raio da base varia a uma taxa de 20 cm/s, qual a razão de variação do volume quando o raio mede 2 m?
A letra (a) consegui resolver e cheguei no resultado correto de

Porem, nao consegui chegar a um resultado correto na letra (b). A resposta certa é
Alguem me ajuda? Agradeço desde já.
Assunto:
Taxa de variação
Autor:
Elcioschin - Qua Jun 30, 2010 20:47
V = (1/3)*pi*r²*h ----> h = 4r/3
V = (1/3)*pi*r²*(4r/3) ----> V = (4*pi/9)*r³
Derivando:
dV/dr = (4*pi/9)*(3r²) -----> dV/dr = 4pi*r²/3
Para dr = 20 cm/s = 0,2 m/s e R = 2 m ----> dV/0,2 = (4*pi*2²)/3 ----> dV = (3,2/3)*pi ----> dV ~= 1,066*pi m³/s
Assunto:
Taxa de variação
Autor:
Guill - Ter Fev 21, 2012 21:17
Temos que o volume é dado por:
Temos, portanto, o volume em função do raio. Podemos diferenciar implicitamente ambos os lados da equação em função do tempo, para encontrar as derivadas em função do tempo:
Sabendo que a taxa de variação do raio é 0,2 m/s e que queremos ataxa de variação do volume quando o raio for 2 m:

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